Sobre mim

Especialista em Direito Previdenciário e Consumerista. Foco em abusos bancários.
Sou Luciene de Sousa Rohem, advogada com atuação em São Gonçalo/RJ, especializada em Direito Previdenciário e Consumerista. Minha prática jurídica é pautada pela defesa estratégica de aposentados e pensionistas, com foco rigoroso no combate a abusos financeiros, como descontos indevidos de RMC e RCC, e na aplicação da Teoria do Desvio Produtivo do Consumidor.

No âmbito previdenciário, atuo na concessão e restabelecimento de benefícios (BPC/LOAS e incapacidade), unindo técnica processual à sensibilidade social. Ofereço uma consultoria de alta densidade jurídica, pautada pela transparência e análise detalhada de extratos para garantir a restituição do indébito e a proteção do patrimônio dos meus clientes contra práticas comerciais abusivas e a ditadura algorítmica.

Verificações

Luciene Rohem, Advogado
Luciene Rohem
OAB 168.827/RJ VERIFICADO
O Jusbrasil confirmou que esta OAB é autêntica
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Principais áreas de atuação

Direito do Consumidor, 27%

É um ramo do direito que lida com conflitos de consumo e com a defesa dos direitos dos consumidor...

Direito Previdenciário, 27%

É um ramo do direito público surgido da conquista dos direitos sociais no fim do século XIX e iní...

Direito de Família, 22%

É o ramo do direito que contém normas jurídicas relacionadas com a estrutura, organização e prote...

Direito Civil, 22%

É o principal ramo do direito privado. Trata-se do conjunto de normas (regras e princípios) que r...

Comentários

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Luciene Rohem, Advogado
Luciene Rohem
Comentário · há 2 meses
Sim, com certeza. Embora as estatísticas mostrem uma prevalência de mães como detentoras da guarda, o Direito Brasileiro é fundamentado no princípio da igualdade entre cônjuges e companheiros (Art. 226, § 5º da Constituição Federal) e no dever compartilhado de sustento (Art. 1.566, IV do Código Civil).A obrigação de pagar pensão alimentícia não é definida pelo gênero, mas sim pelo binômio: Necessidade do Alimentado e Possibilidade do Alimentante
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Luciene Rohem, Advogado
Luciene Rohem
Comentário · há 2 meses
Sua reflexão toca em um ponto nevrálgico do Direito de Família: o ônus da fiscalização. Atualmente, o sistema transfere para a parte mais vulnerável (geralmente a mãe) a responsabilidade de monitorar, cobrar e judicializar o descumprimento, o que gera um desgaste emocional e financeiro contínuo.
Embora o desconto em folha de pagamento (art.
529 do CPC) seja o "padrão ouro" pela segurança, o débito direto em conta corrente é perfeitamente possível para quem vive de "bicos", desde que haja uma conta bancária ativa.
• Como funciona: O juiz pode expedir um ofício à instituição financeira determinando que, em um dia específico, o valor da pensão seja transferido automaticamente da conta do devedor para a da credora.
O obstáculo: A instabilidade. Se o trabalhador informal não depositar o valor na conta ou não houver saldo, o débito falha. Nesses casos, o sistema bancário não possui (ainda) a função de "varredura automática diária" para esse fim específico, esse ainda é o grande problema.
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